quarta-feira, 31 de março de 2010

SERVIDORES DO SAAE VÃO PASSAR FERIADÃO DE SEMANA SANTA SEM PAGAMENTO


Segundo informações do Departamento Pessoal do SAAE, o pagamento não será liberado para o dia primeiro de abril como previsto e divulgado em alguns órgãos de imprensa local. O líder do prefeito, Marcelo da cooperselta, disse em entrevista à rádio Cultura, que o pagamento de todos os setores do município seria pago no dia 01/04, mas isso não aconteceu no SAAE.
Nunca houve isso aqui no SAAE, é a primeira vez na história da Autarquia, será uma forma de retaliação pela paralização? disse um servidor, vamos comemorar a Semana Santa comendo ovo?
Esperamos que não seja só o SAAE que irá ficar sem pagamento neste feriado, pois, se isso acontecer, realmente pode caracterizar uma retaliação para com os servidores.
O Diretor Presidente do SAAE Ronaldo Andrade disse que na sexta feira poderá ser feito saques em caixas eletrônicos de até R$ 600.00 reais.

segunda-feira, 29 de março de 2010

SAAE SUBSTITUI REDES ANTIGAS NO BAIRRO LUXEMBURGO

FOTO: Sr Abdom mostrando onde acontecia o refluxo de esgoto
FOTO: Serviço relizado na porta do comércio do sr Abdom

Dessa vez foi o bairro Luxemburgo que recebeu a intervenção do SAAE para solucionar os problemas. As ruas Álvaro da Costa e rua Professor Álvaro Viana receberam esta semana a equipe de esgoto onde foram trocados 15 tubos de 150mm substituindo as antigas manilhas de barro. O morador sr Abdom tem um comércio na rua Álvaro da Costa desde 1993, e sempre teve problemas com refluxo de esgoto, mas agora acredita que com a obra o problema será solucionado. Foi feito também no local um pv para melhor atender possíveis entupimentos.

sexta-feira, 26 de março de 2010

SAAE REALIZA OPERAÇÃO CONTRA ÁGUA CLANDESTINA NO CHACREAMENTO POUSADA DO SOL

Fiscalização em ação


O SAAE vem realizando estudos no setor de fiscalização elaborando assim um mapeamento dos pontos mais críticos na cidade em relação a ligações clandestinas, um dos maiores problemas do SAAE. Dessa vez, o alvo da Autarquia foi o chacreamento Pousada do Sol próximo a região do Barreiro, com um grande número de chácaras no local.


Foram encontrados várias ligações clandestinas em váras chácaras, em algumas encontraram até duas ligações clandestinas em uma só propriedade. Com o apoio do caminhão retro valetador recém adquirido pelo SAAE, o equipamento demonstrou que é peça fundamental em regiões urbanas e principalmente em locais mais afastados como o chacreamento Pousada do Sol.


Segundo o cordenador da operação Valério da Sapucaia, o SAAE irá realizar operações como ésta em várias zonas rurais de Sete Lagoas, pois, cada chácara com ligação clandestina pode consumir até 90.000 (noventa mil litros de água mês) onde é facil deparar com propriedades usando água para irrigação de plantação, piscinas, provocando assim um grande prejuizo para Autarquia.

O Diário do Saae acredita que com estas atitudes, o SAAE irá melhorar a cada dia.

ÁGUA CLANDESTINA, DENUNCIE, LIGUE 195 VOCÊ TAMBÉM É RESPONSÁVEL!

SAAE FAZ PARCERIA COM SAAE DE ITABIRITO EM BUSCA DA MODERNIDADE

FOTO: DÓRIS LINS SAAE ITABIRITO E SANDRA NOGUEIRA SAAE SETE LAGOAS

Em processo de modernização há mais de um ano, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) pretende agora gerenciar a eficiência dos serviços prestados aos cidadãos, com economia para os cofres públicos e qualidade de atendimento. A proposta de instalação de uma ferramenta de informática – o “Sistema de Gerenciamento de Atividades por Unidade” – está em estudo pela diretoria. A solução de gestão contínua das ações foi apresentada dia 18 pela presidente do SAAE de Itabirito, Dóris Lins.
Na prática, os setores de atendimento, finanças, recursos humanos e jurídico do SAAE local forneceriam dados para analisar e rastrear o andamento de todas as ações da autarquia, desde o pedido de licitação até o serviço prestado para a população, permitindo que os diretores e gestores da prefeitura saibam indicadores como o quanto se perde de receita ao reparar uma rede de esgoto em dois dias e não em horas.
Desenvolvido há 14 anos, o programa de computador apresenta resultados positivos em cidades que optaram por essa forma de gestão contínua, como Uberaba, Poços de Caldas e Olímpia (SP), diz Dóris. “Recurso público é um recurso escasso e deve ser aplicado da melhor forma possível”, ressalta a presidente do SAAE de Itabirito.
O programa de computador não é restrito a autarquias de abastecimento de água e esgoto. Caso a prefeitura adotasse a ferramenta, seria possível conhecer informações como o custo de um aluno da Rede Municipal de Ensino e possíveis desperdícios de mão-de-obra e tempo nos serviços realizados pela administração municipal. E todos os resultados estariam disponíveis para a consulta do prefeito e gestores dos recursos.
A troca de experiências com outras autarquias de abastecimento de água e esgoto faz parte das estratégias do SAAE para a modernização da instituição, que vive reestruturação física, de equipamentos e capacitação dos servidores.
VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS
Um Núcleo Especial de Modernização Administrativa foi criado para que os funcionários de carreira levem à frente os conhecimentos adquiridos durante os cursos ao lado da experiência do dia a dia no ambiente de trabalho. Em 2009, funcionários aprenderam informática básica para operarem o sistema de atendimento 195, novas técnicas de recuperação de ruas e avenidas com massa de asfalto a quente, assim como a identificar de perdas de água tratada por vazamentos, furtos na rede de abastecimento ou ligações clandestinas. Segundo a diretora-financeira Sandra Nogueira, o Plano de Cargos e Salários, em discussão, acompanha o investimento nos profissionais.
Fonte: Comunicação Saae

quarta-feira, 24 de março de 2010

SERVIDORES APROVAM PROPOSTA DO SAAE E VALE ALIMENTAÇÃO SERÁ IMPLANTADO

FOTO: Momento em que a proposta foi aprovada

A assembléia que foi realizada hoje pela manhã no Setor Operacional do SAAE, contou com a presença de centenas de servidores da Autarquia de diversos setores de trabalho. Estiveram presentes também o Diretor Presidente do SAAE Ronaldo Andrade, o presidente do Sindágua José Maria, O vereador Marcelo da Cooperselta líder do prefeito Maroca.

O Sindágua deu início a assembléia apresentando a proposta de implantação do vale alimentação no valor de R$ 80,00. Foram abertas as discussões com a participação dos trabalhadores onde ouve discussões contra e a favor da proposta. Em seguida o diretor presidente do SAAE Ronaldo Andrade disse aos servidores sobre as dificuldades que o SAAE enfrenta, e mesmo assim está conseguindo de forma gradativa investir em novos equipamentos para melhor atender a população e agora um benefício muito importante para o servidor que é o vale alimentação. Ronaldo Andrade salientou sobre a importância em diminuir os reserviços no SAAE para que os gastos diminuam e assim melhorando ainda mais os investimentos de forma geral.

Colocado em discussão, a proposta foi aprovada com apenas um voto contra entre centenas de servidores.

Outra conquista dos servidores foi uma vaga no conselho do SAAE, luta que há anos os mesmos tentaram e só agora no governo Maroca conseguiram êxito.

O Sindágua disse que esse é um grande começo e que o caminho é longo mais teríamos que começar a trilhar e que o mês de maio vem aí e já vamos começar as discussões sobre a data base.

O que sempre foi colocado nas discussões é que o SAAE tem arrecadação própria, e os servidores aumentaram para mais de R$ 500.000.00 (quinhentos mil reais) comprovando o compromisso com a Autarquia, e nada mais justo repassar uma parcela aos mesmos.

terça-feira, 23 de março de 2010

COPASA DESCUMPRE CONTRATO EM MAIS UMA CIDADE E MORADORES SOFREM COM FALTA D'ÁGUA EM NINHEIRA

FOTO: Veja a situação do caminhão que presta serviço para Copasa

NINHEIRA – Em pleno século 21, a população desta cidade ainda recebe água através de caminhões-pipa. Absurdo? Claro que não. É uma vergonha! Ou melhor, um desrespeito, pois existe um contrato de concessão com a Copasa válido até o ano de 2030. No entanto, desde que foi assinado, apenas a população cumpri a sua parte, pois paga as contas enviadas mensalmente, com ou sem água na torneira. “Quando vem água, a minha conta é de 20 reais, quando não vem, a conta é de 45 reais, porque o ar acelera o relógio”, explica José da Rocha, Agente Comunitário de Saúde, morador da Avenida Irineu Mendes.Nossa reportagem esteve na cidade e a situação encontrada é de pura revolta, já que o problema vem se arrastando ao longo dos anos. A oposição política coloca a culpa na Prefeitura, que nada faz para resolver o problema. Já a situação condena a Copasa, que, por força de contrato, é obrigada a fornecer a água. No fogo cruzado está o povo, que não sabe mais pra quem reclamar.Um exemplo claro de revolta é o aposentado Lino Rocha Sobrinho, 69 anos, morador da Rua Gregório Morais. “Aqui, a gente sai procurando água igual um doido. E não tem ninguém pra resolver o problema. Não tem vereador, não tem prefeito. Ninguém faz nada”, desabafou o aposentado, dizendo que não recebia água na casa há 17 dias.O motorista Osmar Rocha, proprietário de um caminhão-pipa, contratado pela Prefeitura, explica que a situação é caótica, pois precisa buscar água em São João do Paraíso, percorrendo uma distância de 32 quilômetros. “Consigo dar apenas duas viagens por dia, pois atendo a zona rural, que é muito grande”, disse o motorista.A escassez de água atinge toda a cidade. O comércio de alimentos sofre mais ainda. “A situação é precária. Aqui não se paga pela água recebida, se paga pelo ar que vem nos canos. Em novembro, paguei uma conta de 156 reais, mas fiquei sem água mais da metade do mês”, afirma o comerciante Afonso Batista, da Padaria Erva Doce, declarado opositor ao prefeito Gilmar Ferraz. “O pior é que o caminhão da Copasa passa em frente e não abastece porque sou adversário político do prefeito. Eles colocam água apenas para os companheiros”, denuncia o comerciante, que construiu um reservatório de oito mil litros na calçada do comércio e paga um caminhão-pipa para encher.Mais triste ainda é a situação da balconista Nivia Bispo, moradora da Rua João Rocha Brandão, que até o dia 21 de dezembro somava 42 dias sem receber água na torneira. “O caso já virou brincadeira, pois ninguém faz nada para resolver o problema”, lamenta a balconista, contando que, por várias vezes, ela e seus dois filhos, dormiram sem tomar banho.Pipa – Para amenizar, a Copasa mantém o aluguel do caminhão-pipa de José Rocha Neto, que presta o serviço há 12 anos. Isso mesmo: 12 anos. Seu caminhão é velho e as mangueiras estão cheias de remendo, com isso, perde-se muito tempo emendando e amarrando. Ele conta que faz três viagens à São João do Paraíso por dia, sempre carregando 10 mil litros por viagem. “Para atender todos, teria que ter, no mínimo, quatro caminhões e o pessoal ainda ia chiar”, disse o popular Zé Rocha, explicando que começa a trabalhar às 06 da manhã e não tem hora para parar. Ele contou também que já apanhou no meio da rua. “Teve um dia que um cidadão ficou nervoso e mim agrediu. Tive que fazer uma ocorrência”, disse.

A versão dos políticos.

Nossa reportagem conversou com o prefeito Gilmar Ferraz e ele também demonstrou insatisfação com a Copasa. “A obrigação pelo fornecimento de água é exclusiva da Copasa, pois existe um contrato e ele precisa ser cumprido. A situação é realmente preocupante e a população tem toda razão em cobrar providências”, disse o prefeito.O popular vereador Netão, presidente da Câmara Municipal, disse que a situação é grave e a solução seria a captação de água no rio Pardo, que passa dentro do município. “Enquanto a Copasa não resolve o problema em definitivo, é preciso que se coloque, pelo menos, mais caminhões-pipa para amenizar a situação”, cobrou o vereador, que vem promovendo protestos através de faixas.Já para a vereadora da oposição, Janete Alves, falta vontade política e empenho do prefeito Gilmar Ferraz. “O prefeito é o responsável pela cidade e ele precisa tomar as medidas necessárias. Mas, ele simplesmente cruzou os braços e, sequer, leva o problema ao conhecimento do alto escalão da Copasa”, reclama a vereadora.

MP QUESTIONA AUMENTO DA COPASA NO ESTADO






A Promotoria de Estado de Defesa do Consumidor quer cancelar o aumento de 3,96% nas contas de água, previsto para entrar em vigor em 1º de março. A petição para embargar o aumento foi encaminhada nesta terça-feira (23) à 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual e à 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais pelo promotor José Antônio Baêta de Melo Cançado.

Segundo ele, não há justificativa técnico-contábil para o reajuste anunciado pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa-MG) e pela Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Copanor), já que as empresas deram lucro, mesmo estando com as tarifas congeladas no ano passado.

Tutela
Na petição, a promotoria vai demonstrar que está sendo descumprida a tutela antecipada obtida pelo Ministério Público (MP) por meio de ação civil pública, concedida em 15 de janeiro pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A decisão determina que os preços de água e esgoto só podem ser reajustados em conformidade com a Lei Federal 11.445, de 2007, que traça diretrizes a serem observadas tanto no reajuste quanto na revisão tarifária.

Os preços estão, portanto, congelados pela Justiça, até que a composição do reajuste tarifário seja apresentada pela agência de regulamentação do setor no estado. “Os serviços básicos, como o fornecimento de água, devem funcionar de forma eficiente, segura e contínua, além de seguir o princípio da modicidade tarifária. Não podem querer o lucro abusivo sobre o serviço de água”, completa.

Desequilíbrio
“A arrecadação da Copasa em dois anos mostra evolução superior à da inflação do período, mesmo sem ter reajuste. Há um desequilíbrio econômico financeiro nas contas da empresa prestadora de serviço público, que não enfrenta concorrência”, compara Baêta. Pelos cálculos do Ministério Público (MP), no período de dois anos foi registrado aumento de 23,6% no lucro líquido da empresa.

De 2007 para 2008, o lucro líquido cresceu de R$ 329,9 milhões para R$ 407,7 milhões. De 2008 para 2009, mesmo sem o reajuste nas contas de água por força de decisão judicial, o lucro líquido atingiu R$ 482,7 milhões, ou seja, houve aumento de 18,38%. A estimativa da promotoria foi feita com base nos últimos dados divulgados pela concessionária de janeiro a setembro, se estendidos até o fim do ano.

Falhas
Ao analisar as contas, o MP detectou falhas gritantes no estudo, tais como deixar de apresentar os custos separados tanto para o fornecimento de água quanto para o de coleta de esgoto. Na nota técnica emitida pela agência reguladora do setor, tampouco são fornecidos os custos dos serviços separados de cada município, o que, segundo o promotor, inviabiliza a análise dos custos. O promotor observou também a inexistência de auditoria técnica nas contas.

Agência reguladora viola decisão, segundo MP

No entendimento do MP, a Agência Reguladora de Serviços e Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) viola a decisão judicial, pois retorna à prática de descontos nas tarifas, proibida pela Lei 11.445/2007 e pelo Código de Defesa do Consumidor.
“Ao conceder desconto de forma escalonada, não se sabe o verdadeiro valor da tarifa cobrada pela Copasa. A falta de transparência é tamanha que a empresa não informa aos consumidores, na fatura de água, o valor do metro cúbico cobrado”, denuncia o promotor.
Segundo ele, qualquer consumidor, munido com a sua conta de água que se dirigir à Arsae e questionar o valor que está sendo cobrado pelo metro cúbico de água, em conformidade às faixas determinadas, não receberá qualquer resposta.
Exagero
Baêta cita que a remuneração sobre o imobilizado investido na Copasa está em 12%, enquanto em outros países o patamar é de 6% a 7%. No setor elétrico, autarquias como a própria Cemig, reconhecidamente lucrativa, remuneram em torno de 9,5%.

“Se as agências reguladoras exigissem reduzir em 1% a remuneração sobre o imobilizado, haveria sobra de R$ 110 milhões. A diminuição em 2% da remuneração obrigaria à redução da tarifa, e não a um reajuste, conforme o concedido”, compara.

Copasa não quis comentar o assunto

Em nota oficial, a Copasa informa apenas que, com relação ao reajuste tarifário, a companhia não tem o que comentar neste momento. Não é a primeira vez que o reajuste da conta de água é suspenso.
Com base na decisão do TJMG, as contas de água deixaram de ser reajustadas em 2009 e 2008, depois de acumular uma alta de cerca de 18% nos dois anos anteriores. Até agora, o argumento mais forte era que a sentença determinava que deveria ser criada uma agência de regulamentação do setor no estado.
Somente esse órgão “regulador e fiscalizador, autônomo e independente” poderia autorizar o índice de reajuste nas contas, conforme prevê a Lei Federal 11.445, de 2007.
Regulamentação.
Em 9 de agosto, Minas Gerais criou a Arsae-MG. Na ocasião, estados como Ceará, Pernambuco, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Sul, Bahia, Espírito Santo e São Paulo já haviam instalado suas agências reguladoras. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Agências de Regulamentação (Abar) feito naquela época, somente 18% dos municípios brasileiros eram regulamentados.
Até então, cabia à Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru) o estabelecimento do reajuste. A Arsae-MG foi criada oficialmente em agosto de 2009, mas só começou a entrar em operação em dezembro.
O reajuste de 3,96% corresponde a menos da metade dos 9,05%, em média, solicitados pela Copasa em janeiro do ano passado, antes da decisão do Ministério Público Estadual de congelar os preços do serviço. No entanto, superou a proposta de 2,9% apresentada pela Arsae no início do mês, pouco antes de ser aberta audiência pública para envio de sugestões da população. (Com informações do Portal Uai)

SINDÁGUA CONVOCA SERVIDORES PARA ASSEMBLÉIA NESTA QUARTA FEIRA DIA 24/03 ÁS 7:30 NO SETOR OPERACIONAL

domingo, 21 de março de 2010

22 DE MARÇO DIA MUNDIAL DA ÁGUA


A água doce é essencial para os ecossistemas saudáveis, o desenvolvimento sustentável e a própria sobrevivência humana. Contudo, demasiadas vezes e em demasiados lugares, a água é desperdiçada, contaminada ou considerada um dado adquirido.Em todo o mundo, a poluição, o consumo excessivo e uma gestão deficiente dos recursos hídricos estão a contribuir para a diminuição da quantidade e qualidade da água disponível. A agricultura, em particular, figura entre os responsáveis mais notórios por esta situação, na medida em que absorve a maior parte dos recursos de água doce, mas dá, freqüentemente, provas de ineficiência em muitas das suas práticas habituais de utilização da água. A procura global de água aumenta já a um ritmo mais rápido do que o do crescimento demográfico.Se as atuais tendências se mantiverem, dois em cada três habitantes do planeta sofrerão de problemas -- entremoderados e graves -- de escassez de água, dentro de pouco mais de duas décadas.
Na esmagadora maioria dos casos, são os pobres dos países em desenvolvimento quem mais sofrem com isso.São eles que carecem de acesso a água potável; que muitas vezes têm de pagar os preços mais elevados por esse bem; que não dispõem de saneamento adequado; que menos participam na gestão dos recursos hídricos.E, dentre eles, são sobretudo as crianças -- mais de 2 milhões -- que morrem todos os anos, devido a doenças relacionadas com a água. Esta é, pois, uma crise social, económica, ambiental e política que deveria figurar entre as grandes prioridades da comunidade mundial.
Na Cimeira do Milénio, que teve lugar em 2000, e também na Cimeira Mundial sobre DesenvolvimentoSustentável, que se realizou no ano passado, em Joanesburgo, os líderes mundiais reconheceram a importância crucial da água doce para o desenvolvimento humano e comprometeram-se a adotar uma agenda que inclui metas precisas e prazos definidos, a fim de tentar resolver os problemas atuais e futuros no domínio da água e do saneamento. Este ano, em que se celebra o Ano Internacional da Água Doce, devemos passar das promessas à prática, dos compromissos a projetos concretos, das intenções à execução.
Diz-se, muitas vezes, que as crises da água e os problemas de escassez deste recurso conduzirão, mais cedo ou mais tarde, a conflitos armados. Mas isso não tem necessariamente de acontecer. Os problemas da água têm sido também um catalisador da cooperação entre povos e nações. Países com conhecimentos técnicos na esfera da "irrigação gota a gota" ou da gestão das bacias hidrográficas e das planícies aluviais estão a partilhar esses conhecimentos e tecnologia com outros. Os cientistas, as organizações não governamentais, as empresas privadas e as organizações internacionais estão a conjugar esforços, na esperança de conseguirem produzir uma tão necessária "revolução azul" e de melhorarem a gestão deste recurso vital. Sejam quais forem as outras coisas que dividem a comunidade humana, quer vivamos a montante quer a jusante dos rios, em cidades ou zonas rurais, as questões ligadas à água -- o próprio ciclo global da água -- deveria juntar-nos num esforço comum para a protegermos e partilharmos de uma forma equitativa, sustentável e pacífica.
Os investimentos, as políticas e as tecnologias necessários para enfrentarmos com êxito este desafio estão aoalcance dos nossos meios. Trabalhemos, pois, todos juntos para garantir a água no mundo, no futuro.
Fonte: Centro de informações das Nações Unidas

quinta-feira, 18 de março de 2010

SAAE REALIZA SUBSTITUIÇÕES DE REDES EM VÁRIOS PONTOS DA CIDADE

FOTO: Serviço na rua JoãoXXIII Boa Vista

O SAAE vem realizando um trabalho muito importante na cidade. Com o objetivo de evitar o paliativo em serviços de rede esgoto, o SAAE está trocando redes antigas substituindo as velhas manilhas por tubos de pvc. Com a troca, os problemas como, refluxo de esgoto redes arriadas, entupimentos e desnível de rua são solucionados e evita assim o reserviço no local.
Agora foi a vez da rua JoãoXXIII no bairro Boa Vista. Foram trocados mais de 70 metros de rede nos locais mais críticos, o supervisor Robson Eugênio disse que este local era um problema antigo, mas agora com a retirada das manílhas antigas e a reforma de um pv a situação será solucionada. Também foi trocado um cano de ferro antigo da rede de água que estava desgastado pelo tempo, segundo os moradores o desconforto com o serviço é sinal de melhoria.